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O Ministério da Defesa anunciou nesta terça-feira, dia 30, a saída dos comandantes das três Forças Armadas: o general Edson Pujol (Exército), natural de Dom Pedrito, e os comandantes Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica).

Em nota, o Ministério não informou o motivo da saída dos três nem anunciou os substitutos. A gota d'àgua que fez o presidente Jair Bolsonaro pedir a cabeça do comandante do Exército, Edson Pujol, foi a recusa do general em se manifestar sobre a decisão judicial que anulou as condenações do expresidente Lula no início do mês. "O presidente esperava um posicionamento e ele não veio", armou um assessor palaciano, para a colunista.

O general Edson Leal Pujol, natural de Dom Pedrito, estava a frente do Comando do Exército Brasileiro desde o início do governo Jair Bolsonaro, em 2019. Pujol, que já seria o substituto natural, por ordem de antiguidade, deixou o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército, em Brasília, no final de 2018. O general Pujol, 65 anos, é filho do Coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, Péricles Corrêa Pujol, e de Maria Lina Leal Pujol.

Estudou no Colégio Militar de Porto Alegre e iniciou sua carreira militar em 1971, na Escola Preparatória de Cadetes do Exército. Estudou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), sendo declarado Aspirante a Ocial em 1977. Como general, comandou a 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, localizada em Santiago, no Rio Grande do Sul.

Entre 2009 e 2011, foi o Comandante da Aman. Cheou o Centro de Inteligência do Exército, até março de 2013, em, posteriormente, foi nomeado Comandante da Força de Paz na Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah). Passou o Comando da Minustah em 2014. Em seguida, foi nomeado para o cargo de secretário-executivo do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Promovido a General de Exército, em 2015, foi designado a secretário de Economia e Finanças. Meses depois, assumiu o Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, em substituição ao general Antônio Hamilton Martins Mourão, vice-presidente eleito na chapa encabeçada por Bolsonaro.

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