Na prática, bandeira preta não significa lockdown, diz Governo do Estado



Em vigor desde maio, o modelo de Distanciamento Controlado implantado pelo governo do RS funciona com as bandeiras nas cores amarela, laranja, vermelha e preta, que sinalizam semanalmente o risco das regiões do Estado: baixo (amarela), médio (laranja), alto (vermelha) e altíssimo (preta).

Nesta sexta-feira (11), as regiões de Bagé e de Pelotas, ambas na macrorregião Sul, foram classificadas como de risco altíssimo para o coronavírus no mapa preliminar da 32ª rodada, trazendo pela primeira vez a cor preta ao Estado. A região R22 (Bagé, Dom Pedrito, Aceguá, Lavras do Sul e Hulha Negra) recorreu. 

Na prática, as regiões assim definidas estão com capacidade hospitalar crítica e grande número de casos e internações em leitos de UTI pela doença. A bandeira preta demanda cuidados ainda mais extremos – maiores do que os já adotados na bandeira vermelha (risco alto) e nas demais, de menor gravidade.

A bandeira preta, no entanto, não estabelece um lockdown. Implantado em outros países e em alguns Estados brasileiros, o lockdown é uma medida extremamente rigorosa, no qual as pessoas precisam de autorização para sair de casa e só podem fazê-lo para tarefas muito necessárias.

A intenção da bandeira preta do modelo de Distanciamento Controlado é instituir o alerta máximo e reforçar a necessidade de cumprimento dos protocolos e das regras sanitárias.

Caso o Gabinete de Crise mantenha a classificação em bandeira preta em Bagé e em Pelotas, as novas regras – mais rigorosas – serão válidas a partir de terça-feira (15).

Clique aqui e acesse os protocolos de bandeira preta.

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