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Tudo começou quando, na segunda-feira (19) a consumidora foi até o Supermercado Peruzzo, onde adquiriu um pão doce com farofa, pelo valor de R$ 2,70. Em casa, ela chegou a dar uma primeira mordida no produto recém-adquirido, no entanto, ao observar mais de perto, viu marcas escuras, novamente, com um pedaço já na boca, ela notou que as marcas escuras se tratavam de mofo. Ao observar a parte de baixo do pão, notou que mofo já tomara grande parte do produto.

Indignada, ela procurou à reportagem do Folha para trazer o caso a público. O que ela quer, e deixou claro, é que o mercado tome as atitudes corretas para que este tipo de coisa não ocorra, já que pode trazer consequências à saúde de quem consome. “Se tu dividir R$ 2.70 por quatro pessoas que estariam intoxicadas se estivessem comigo, graças a Deus fui só eu e o meu marido, que tirou um canto (do produto)”, disse ela, observando um descaso da empresa com a saúde do cliente. 

“Dei a primeira mordida e senti um gosto estranho, olhei o recheio e não vi nada (…), quando dei a segunda mordida, que peguei bem o bolor, eu me dei conta de olhar a parte debaixo. O meu marido chegou a morder um pedaço do canto, ele não pegou parte debaixo”, ela contou.

A reportagem do Folha, acompanhado pela cliente, que estava com o produto em mãos, foi até o supermercado e conversou com o gerente, que primeiramente reconheceu os problemas com o produto, logo depois, solicitou presença de um dos funcionários da padaria – o pão doce com farofa é produzido localmente.

O gerente salientou, no início da conversa, que a produção é trocada todos os dias. Questionamos, portanto, de quem era a responsabilidade, no que ele respondeu que era do padeiro e de uma equipe responsável por fiscalizar. Uma primeira justificativa foi de que como o pão é embalado quente, poderia ter mofado.

Um padeiro se apresentou e reconheceu que, realmente, a etiqueta do produto (veja nas fotos) estava errada: o pão doce teria sido produzido na sexta-feira, no entanto, na segunda-feira, baixou o preço, mas o que causou estranheza é de que a data de produção constava segunda-feira (19). A validade, em tese, teria de ser cinco dias, portanto venceria nesta quarta.

O gerente alega que diariamente é feita uma aferição dos produtos, mas que houve uma falha no processo, específico a este produto. Foi apresentava uma folha, onde constavam os produtos que passaram pela referida aferição, mas uma olhada rápida na lista, não se encontrou o “pão doce com farofa”. O padeiro disse que o mesmo não estaria na lista pois estava em uma promoção. “É um erro mesmo, tem que ter uma data indicando que ele foi embalado (…) pelo preço”, reconheceu.

Diante da situação a mulher procurou a Delegacia e registrou um boletim de ocorrência, ainda, ela deve passar a questão aos órgãos responsáveis. A leitora refere o fato de suas filhas felizmente não o terem consumido, já que mofo traria algum problema à saúde das crianças. 




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