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O Exército Brasileiro desencadeou a Operação Hóplon I, no período de 30 de setembro a 4 de outubro, com a finalidade de fiscalizar o comércio de armas de fogo, munições, armas de pressão, insumos de munições e acessórios para arma, explosivos, blindagem, produtos químicos, artifícios pirotécnicos.

A operação consistiu na inspeção, de maneira inopinada, das pessoas jurídicas que comercializam esse tipo de material no Estado e contou com o apoio dos Órgãos de Segurança e Ordem Pública (OSOP) e agências governamentais.

Nesta operação, a 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada, sob a coordenação da 3ª Região Militar, por intermédio do seu Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC), deu início à operação interagências. A ação visou coibir e reprimir o desvio, o armazenamento inadequado e a falta de controle de estoques, autuando empresas que estiverem agindo em desacordo com a legislação vigente. No âmbito do Rio Grande do Sul, a atividade administrativa de Fiscalização de Produtos Controlados é executada pela 3ª Região Militar (3ª RM), por intermédio do Sistema de Fiscalização de Produtos controlados composta por outras 30 unidades. A 3ª RM coordena a execução das operações interagências para inspecionar e fiscalizar pessoas físicas e jurídicas que exerçam atividades com Produtos Controlados pelo Exército (PCE) e os locais onde há suspeita de irregularidades no Estado.

A realização dessa operação faz parte de um conjunto de medidas adotadas pelo Exército Brasileiro para tornar cada vez mais eficiente a fiscalização do comércio de armas e munições, trabalho este que é realizado contínua e ininterruptamente pela Força Terrestre.

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