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No ano passado, o juiz titular da 1ª Vara Civil da Comarca de Ijuí, Guilherme Mafassioli Corrêa, emitiu decisão favorável à liquidação da Cotrijuí. Com isso, o processo foi encaminhado à Segunda Instância. A cooperativa só não deixou de existir, de fato, em virtude da Associação dos Credores, Amigos e Interessados no Soerguimento da Cotrijuí (Acaisc), entidade que tem lutado e insistido em reerguer a cooperativa.

O Folha entrou em contato com um dos representantes da entidade, Edson Burmann, buscando atualizações quando ao estágio atual do litígio – de ordem judicial – que envolve o fim (ou não) da Cotrijuí.

Ele mantém o otimismo pela retomada da cooperativa e vê Dom Pedrito como fundamental para tal, observa que o futuro da Cotrijui dentro de uma nova realidade, trabalhando dentro de uma “agricultura sustentável”, além de ter como objetivo trabalhar na liquidação de débitos com os produtores – que formam um grupo de quatro a cinco mil pessoas. As medidas, avalia Burmann, estão sendo tomadas em âmbito federal, mas que devem ter reflexos no Estado.

Mantendo-se atualizado quando ao atual processo que define o futuro da cooperativa, em caso de retomada, ele prevê uma reformulação total da Cotrijui. A Acaisc segue uma estratégia de trabalho e Burmann reforça que a retomada será pela Capital da Paz e vê a área como abandonada.

A Cotrijui, atualmente, é administrada por uma liquidante judicial. A Chinatex é maior credora e já pediu ao judiciário que os associados pagassem a dívida – que giram em torno de 10 milhões de dólares.

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