Cidade


A titular da Coordenadoria Municipal de Tradicionalismo (CMT), Mara Barcellos, que assumiu o cargo em 25 de outubro de 2019, declarou na terça-feira passada (dia 19) que acha pouco provável que se tenha um quadro favorável, em 2020, para que sejam realizadas as comemorações habituais da Semana Farroupilha, um dos pontos fortes do município em se tratando do calendário oficial de eventos.

“Tenho conversado por whatsapp e por telefone com os membros de minha diretoria, e também com patrões das entidades tradicionalistas, e esta é a opinião que mais ouvimos. Tomara que a situação mude até lá, mas a aglomeração de pessoas não deve estar liberada até setembro”, projeta, lembrando que nem a assembleia geral de prestação de contas da Coordenadoria, que sempre acontece no dia 25 de abril, foi possível realizar este ano.

A tradicionalista lamenta, também, o contexto adverso que o movimento enfrenta neste momento, com a pandemia do Coronavírus, sobretudo a situação das entidades maiores que têm sedes para manter, como os CTGs Rodeio da Fronteira, Herança Paternal e Crioulos do Ponche Verde. “Todas essas entidades costumam, normalmente, realizar pelo menos um evento por mês para arrecadarem fundos, que agora não vêm acontecendo. E as contas de água e luz continuam, além de haverem funcionários a pagar”, justifica, acrescentando que os CTGs estão contando, neste cenário, basicamente com as mensalidades dos associados e algumas contribuições extras.

Para a Semana Farroupilha, a se confirmar a projeção de não serem realizados bailes e as tradicionais ‘rancheadas’ e tertúlias livres, é provável que a programação conste basicamente de palestras e outros eventos culturais que se justifiquem com presença limitada de público, dentro do que, na época, for estabelecido pela legislação.

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