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Obra do Villamil está pronta e próximo passo é a liberação dos Bombeiros

 Foi concluída recentemente e entregue à diretora Carmem Farinha Barreto, a obra da Escola Arthur Villamil de Castro, interditada em março de 2015, pelo Corpo de Bombeiros, por apresentar sérios problemas estruturais.

 A obra, orçada em R$ 198.743,33, durou cerca de 8 meses e foi executada pela empresa Portotec, de Porto Alegre, vencedora da licitação.

 Nesta semana, a equipe de jornalismo do Folha da Cidade, visitou a escola juntamente com a direção, para saber as condições estruturais atuais. Assim como mostram as imagens, os pontos destacados pelos bombeiros como necessários para o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) e que contemplavam o projeto de execução da obra, foram todos realizados.


Novo refeitório da escola.
 Entre o que foi feito na escola, está a troca de pisos, forros, vidros, reforma na rede elétrica, construção de rampas de acessibilidade, muros, instalação de barras em escadas e rampas, reforma no piso do pátio e grades e construção da central de gás.

 Desde a interdição, a escola passou a funcionar nas dependências do Ciep e de acordo com a diretora Carmem, atualmente a escola conta com 121 alunos, mas está com vagas abertas para o ano de 2017.

Mesas e cadeiras novas.
 Questionada quanto ao próximo passo e se há confirmação de reabertura da escola para o ano letivo 2017, a diretora relata: "Agora aguardamos a inspeção e liberação dos bombeiros, que deverá ocorrer nos próximos dias. A escola precisa de uma boa limpeza e pintura. Com relação a isso, já foi solicitado e devo receber em breve a verba para a pintura da escola.

Portão de grade, muro e rampa de
acessibilidade.
 Já a limpeza, será um pouco demorada, estamos sem funcionárias, mas daremos um jeito e tudo ficará em ordem. Com certeza a escola voltará a funcionar em março, pois o principal já foi feito, inclusive já recebemos mesas e cadeiras novas, além de quadros brancos para as salas de aula e outros materiais", afirma a diretora, lembrando que "tudo que já foi e está sendo realizado, deve-se também ao empenho do coordenador da 13ª CRE, professor Aristides Costa, que acreditou na reabertura da escola".
Salas aptas para receber
alunos.

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