Sérvulo Medeiros assume a provedoria da Santa Casa

Sérvulo Medeiros
 Há alguns dias, uma reunião do Conselho da Santa Casa de Caridade de Dom Pedrito, resultou em alterações na administração da unidade de saúde. Por motivos particulares, em razão da necessidade e pedido de licença para o período eleitoral 2016, o provedor Luiz Carlos Moraes Costa deixou o cargo a frente da Santa Casa, passando o posto para seu vice-provedor, Sérvulo Medeiros, até o término da licença, que ocorrerá em outubro deste ano. À frente da unidade hospitalar por cerca de dez dias, Sérvulo Medeiros diz que assumir a provedoria para ele é uma nova experiência de vida, onde ele inclui-se  pelos objetivos propostos do amigo provedor que está substituindo. "Moraes e eu provemos dos mesmos ideais e objetivos de vencer os desafios que se apresentarem com o passar dos dias, e esse consenso de ideias, é fundamental para que um ótimo trabalho seja desenvolvido ", afirma o atual provedor. Questionado quanto a sua visão acerca da situação atual da Santa Casa, Medeiros é otimista. "Ainda estou estudando algumas questões, mas a situação é crítica. Apesar disso, é a melhor situação de todas as Santas Casas da região e, talvez, do Estado", expõe o provedor interino, que ressalta ter como objetivo principal durante o período em que estiver a frente da Santa Casa, manter os objetivos já propostos pela provedoria eleita na última assembleia. "Se conseguirmos conservar a situação atual da unidade, com bons atendimentos e serviços ofertados apesar das dificuldades, estaremos contribuindo para toda a sociedade", conclui.

SITUAÇÃO DA SANTA CASA


 Quanto a situação atual da Santa Casa de Caridade de Dom Pedrito, quando estava entrando em licença, Luiz Carlos Moraes Costa disse que a unidade de Dom Pedrito, que conta atualmente com uma equipe de 255 funcionários, é a melhor da região. "Houve um atraso nos salários, mas está tudo normalizado. A Santa Casa ainda deve impostos e INSS, mas estamos conseguindo manter os serviços ofertados à comunidade.  Nossa dívida não chega a R$ 500 mil, enquanto ainda não recebemos do governo, repasses dos meses de janeiro, fevereiro e março, que totalizam mais de R$ 1 milhão, além de um saldo de R$ 200 mil de 2015. Estamos em constantes lutas, apesar do meu afastamento, como vereador, vou seguir lutando. O estado quer passar para o município a responsabilidade  da porta de entrada do Samu, em torno de R$ 100 mil, sem contar outros contratos. O município não tem condições. Já marquei reuniões e vamos nos mobilizar contra isso", afirma Moraes. 

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