Cidade



A Corsan está realizando a retirada dos materiais que deveriam ter sido utilizados na obra de esgotamento sanitário (Execução de Rede Coletora na Sanga das Piúgas, EBE e Emissários). A obra foi abandonada pela empresa executora, além de os materiais deixados em um terreno na rua Júlio de Castilhos.

Moradores já haviam alertado que o local estava constantemente sendo invadido a noite, além da vegetação alta e problemas correlatos.

Em matéria publicada no mês de junho, o Folha já havia adiantado que um processo judicial determinava que a Corsan deveria ser a fiel depositária dos materiais, pois o proprietário ganhou na Justiça pela reintegração de posse do terreno. O local, que também funcionava como alojamento para os operários, seguidamente é alvo de vandalismo, inclusive diversos materiais já foram furtados.

Conforme informações passadas pelo gestor da unidade local da Corsan, Deniz Batista Freitas, os materiais estão sendo alocados na Estação de Bombeamento de Esgoto (EBE) e na Estação de Tratamento de Água (ETA).

Batista explica que ainda há um imbróglio judicial envolvendo a Shaloon, empresa contratada via licitação para execução do projeto de saneamento da Sanga das Piugas, mas que abandonou a obra, deixando pra trás dívidas trabalhistas, processos judiciais e o local onde funcionavam as instalações com toda a tubulação depositada. Assim que a questão for encaminhada, a nova licitação deverá ocorrer.

O valor total da obra é de R$ 3.138.945,43, que seriam pagos conforme execução.

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