Cidade

Promotor Diogo em primeiro plano, defesa e réu ao fundo 


Tratava-se do segundo júri do mês de junho, com a retomada dos trabalhos presenciais, no entanto, teve desdobramentos inusitados após um jurado ter sido flagrado dormindo.

Estava ocorrendo o júri de Ronaldo Franco Macedo, acusado de tentativa de homicídio, o fato ocorreu em 16 de julho de 2019, na Vila Argeny. Conforme acusação do Ministério Público, Ronaldo desferiu disparo de arma de fogo contra a vítima, o que ocorreu ao "surpreender a vítima traiçoeiramente quando estava ao celular; morte não consumada por não atingir órgão vital e pelo socorro prestado".

Após o promotor Diogo Taborda realizar sua explanação, como de praxe, posteriormente, foi a vez da defesa do réu, ocorre que durante a fala do advogado defensor, um dos sete jurados estaria dormindo, prejudicando os trabalhos. O incidente foi levado ao juiz Luis Filipe Lemos Almeida, que presidia o júri, que procedeu com a dissolvição do conselho de sentença, já que o julgamento em si restaria prejudicado. 

O assunto será ampliado em nossa edição impressa. 

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