Cidade

A Polícia Civil, através da Decrab/Bagé, remeteu, nesta quinta-feira (13), ao Poder Judiciário de Bagé o inquérito policial responsável pela maior apreensão de gado do ano no Estado. As investigações tiveram início no mês de dezembro de 2019, após um furto de 34 bovinos da raça Angus, animais rastreados, de uma propriedade rural localizada no interior de Aceguá. Várias ferramentas de investigações foram utilizadas pela Decrab durante esse período.

Meses depois, durante diligências investigativas, alguns brincos dos animais furtados foram encontrados pelos policiais em uma propriedade rural pertencente ao líder do bando criminoso.

Conforme o delegado André de Matos Mendes, os investigados omitiam e/ou inceriam dados falsos referente a lotação de gado junto Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, isto para poderem tirar guias de trânsito e movimentar animais furtados. Os documentos apontavam origem diferente ao verdadeiro local que os animais estavam.

A primeira fase da operação foi deflagrada no dia 30 de julho. Na oportunidade foram cumpridas várias ordens judiciais, entre elas mandados de busca e apreensão em residências e propriedades rurais.

Durante as diligências os policiais apreenderam 732 animais bovinos e 80 ovinos, além de várias armas de fogo, munições, documentos e outros objetos que auxiliaram a conclusão das investigações. Dois investigados foram presos por força de prisão preventiva. Também cinco pessoas foram presas em flagrante, porém na sequência foram postos em liberdade pela Justiça.

Nesta quarta-feira (12), outros dois investigados também tiveram prisões preventiva decretadas pela justiça. O fato se deu após a deflagração da segunda fase da operação, ocorrida na segunda-feira, quando os policiais identificaram 41 animais bovinos furtados, de pelo menos cinco vítimas diferentes, em áreas dos suspeitos.

Com a conclusão do inquérito policial 10 pessoas estão sendo indiciadas por organização criminosa, abigeato, receptação de gado, posse e porte de arma de fogo, falsidade ideológica, crime ambiental e por suprimir e alterar, indevidamente, marca de gado em rebanho alheio.

Seu comentário

Em "Comentar como:"
Você pode comentar como "Anônimo"

Postagem Anterior Próxima Postagem

Anuncie aqui

header ads

Anuncie aqui

header ads

Anuncie Aqui

header ads