Cidade


A pandemia do novo coronavírus não trouxe prejuízos sanitários como a mortandade de centenas de gaúchos e milhares de contaminados no Estado, também afeta a economia e muitas das obras públicas que estavam previstas para serem executadas neste ano. Em um contexto de severa estiagem como a que assola municípios da Campanha, desde o final do ano passado, empreendimentos de armazenamento de água tornam-se demandas prioritárias para comunidades da região. Uma dessas obras aguardadas há anos é a da barragem do Arroio Taquarembó. Entre idas e vindas, a expectativa era de avanços para 2020, porém, ela deverá começar a ser retomada apenas no próximo ano. O reservatório beneficiará as cidades de Dom Pedrito, Lavras do Sul e Rosário do Sul. As informações são do jornal Folha do Sul.

A justificativa foi repassada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Obras e Habitação (SOP). Conforme o órgão, o termo de referência para licitação do complemento das intervenções no empreendimento está sendo concluído pelo Departamento de Estudos e Obras de Barragens e Canais da pasta e a projeção é de realizar a licitação ainda neste ano, apesar das dificuldades impostas pela pandemia.

A pasta de Obras e Habitação está herdando a gestão de obras das barragens da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. Na semana passada, o projeto do governo do Estado, que trata sobre essa mudança administrativa, foi aprovado pela Assembleia Legislativa. “Entretanto, desde o início do ano, os técnicos da SOP já atuam na estrutura do Departamento de Estudos e Obras de Barragens e Canais”, informa a assessoria de comunicação da pasta.

Atual estágio
Em novembro do ano passado, o governo do Estado havia dado ordem de início para etapa de supervisão das obras da barragem Taquarembó. Na ocasião, foi divulgado que esses trabalhos seriam realizados pelas empresas Magna Engenharia Ltda. e Engevix Engenharia e Projetos S/A. A obra da barragem tem investimento de R$ 109 milhões. A primeira fase do empreendimento foi concluída. A segunda, de R$ 82 milhões, conta com 26% dos serviços executados. As obras da barragem foram interrompidas em 2017.

Folha do Sul 

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