Cidade


Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) estão em falta em todo o Brasil, especialmente, para uso dos profissionais de saúde. A máscara, EPI indispensável para uso dos profissionais na linha de frente e para os sintomáticos, também sumiram das prateleiras das farmácias.

Em Dom Pedrito, voluntárias estão confeccionando máscaras de suas casas, seguindo todas as regras de higiene, com a utilização dos materiais recomendados. Ao todo, já foram entregues em torno de 1.000 máscaras para as equipes de saúde e também aventais que estão sendo fabricados em menor escala.

O trabalho voluntário em Dom Pedrito teve início no dia 20, e, até quinta-feira (26), foi publicada a Resolução – RDC N° 356, que dispõe, de forma extraordinária e temporária, sobre os requisitos para a fabricação, importação e aquisição de dispositivos médicos identificados como prioritários para uso em serviços de saúde, em virtude da emergência de saúde pública internacional relacionada ao SARS-CoV-2.

Na Resolução, consta que o fabricante deve confeccionar as máscaras e aventais em material Tecido-Não-Tecido (TNT).

As máscaras devem possuir, no mínimo, uma camada interna e uma camada externa, de forma a atender aos requisitos estabelecidos nas normas técnicas.

Cabe salientar, que as máscaras produzidas aqui estão sendo feitas com quatro camadas de TNT, ou seja, duas a mais do que a recomendação, e seguindo as demais normas estabelecidas.



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