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Fiscais agropecuários do Rio Grande do Sul entraram em greve por tempo indeterminado nesta terça-feira (26). Os servidores da Inspetoria de Defesa Agropecuária (IDA) do município aderiram ao movimento grevista. Os manifestantes citam o parcelamento de salários que já completa 48 meses, a falta de reposição de perdas inflacionárias e o pacote de reforma da carreira do funcionalismo apresentado pelo governador Eduardo Leite à Assembleia Legislativa como motivações da greve.

"Nossas reivindicações são quanto ao atraso salarial. O governador prometeu no primeiro ano acabar com o parcelamento e pelo que estamos vendo, a situação vai piorando", salientou Robson Garagorry da Rosa, coordenador da IDA, complementando que a expectativa é receber, ao final de dezembro, vencimentos ainda do mês de outubro. O pacote de medidas também é levado em consideração. "A insalubridade que recebemos pelo serviço que fizemos com os animais será cortada", cita Garagorry, como exemplo.

Na região, inspetorias também pararam suas atividades.

Em nota, a Associação dos Fiscais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro), ressalta que os trâmites legais para a operacionalização da greve, entre eles o comunicado à Casa Civil com 72 horas de antecedência e à população, por meio de publicação em jornal de grande circulação, já foram cumpridos. A greve é unificada com as categorias ligadas ao Sintergs e à Frente dos Servidores Públicos (FSP). Nesta terça-feira à tarde, os servidores seguirão mobilizados na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini e à Assembleia Legislativa.

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