Cidade


Apesar dos olhares estarem voltados ao combate à pandemia de coronavírus, outras doenças também afetam nosso meio. Para quem não lembra, no ano passado o município foi declarado infestado pelo mosquito Aedes aegypti – transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O Folha entrou em contato com Guiomar Vargas, servidor público que atua na vigilância em saúde (epidemiológica) e tem sido uma das vozes, em Dom Pedrito, de engajamento e combate ao mosquito.

Ele revelou que o município tem, atualmente, dois casos suspeitos de doenças relacionadas ao Aedes aegypti – dentre as três ligadas ao mosquito. Recentemente, um caso de Zika foi conformado na Capital da Paz mas, felizmente, a paciente em questão já está curada.

Há, até o momento, 35 focos do mosquito, em praticamente todos os bairros. O último foco encontrado foi na rua Júlio de Castilhos, entre as ruas David Canabarro e Bento Gonçalves, no bairro Getúlio Vargas. “Importante salientar que temos quatro meses para eliminar todo e qualquer criadouro do mosquito na cidade, depois passa o frio e vem o calor. Se tiver criadouro, a infestação retorna com força”, salientou Vargas.

Colaboração é importante
Pelo lado positivo, Guiomar contou que a maior parte da população entende que ações simples de prevenção, como não acumular água parada em objetos ao ar livre, é a melhor forma de combater o mosquito, no entanto, revela resistência inclusive, por parte de vereadores e outras autoridades, pessoas que deveriam dar exemplo.



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