Orelhões - Os remanescentes ignorados

Na praça central - apenas um em funcionamento. 

 Eles já tiveram seus tempos áureos, suas épocas de glória. Quem nunca ouviu a expressão: "Agora a ficha caiu". Pois bem, os mais novos talvez não entendam quando alguém utiliza esta expressão, pois desde 1992, devido ao alto custo de manutenção, ao vandalismo e recolhimento nas fichas dos telefones públicos, elas foram extintas, sendo substituídas pelos famosos cartões de orelhão, deixando as antigas fichas somente como objetos de coleção. 

Em frente Herbanário Patrocínio
 - em funcionamento
 Alguns anos depois, quando foi instituída a Lei Geral das Telecomunicações, que era um plano de expansão e modernização no sistema de telefonia pública existente no Brasil, os telefones públicos começaram a perder espaço para os telefones celulares, que a partir daí começaram a ser popularizados. Qualquer um podia ter um celular, então para que usar orelhões? Com a privatização das empresas de telefonia e a expansão do serviço de telefonia celular eles estão cada vez mais escassos. Pesquisamos a disponibilidade de cartões e não é muito fácil de encontrá-los.
  
Ao lado da Urcamp
- não funciona
 O cartão de 20 e 40 unidades estão custando em média R$ 6,00 e R$ 9,00, respectivamente. Assim, orelhões estão ficando a cada dia mais obsoletos e ignorados.








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