Alerta para os chamados "tapumes"

 Constantemente, a redação do Folha da Cidade recebe imagens e relatos de pessoas acerca de algumas questões da cidade, sejam elas positivas ou negativas. Um telefonema à redação do Folha, na quarta-feira (1°), questionava sobre os tradicionais "tapumes" de obras. No relato, o leitor ressaltava que as calçadas ficam com restrições de passagem , visto o espaço que sobra na calçada, tornar-se estreito.

 Sabe-se que há um limite de espaço a ser deixado entre o tapume e o meio-fio da calçada para que a passagem dos pedestres não seja comprometida. Aqui não questiona-se se está no limite correto, muito menos condena as empresas responsáveis pelas obras, mas sim, através destas imagens, deixa-se o assunto em pauta para que seja pensado, não só para o setor de construção civil, como também pelo Executivo, principalmente no que refere-se à acessibilidade.

 Os tapumes permitem a passagem de um cadeirante? Se há espaço, ocorre de forma segura? E uma pessoa idosa ou com mobilidade reduzida? Pelo que se percebe nestas duas imagens não seria fácil um cadeirante passar pela calçada junto ao tapume. Em um período onde existe tanta preocupação e luta em favor da acessibilidade para todas as pessoas, questões como esta devem ser pensadas, de forma que, com o passar do tempo, ninguém seja impedido de passar ou corra algum risco.

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