Juíza pedritense recebe prêmio do Conselho Nacional de Justiça


Juíza Madgéli (ao fundo) recebe os cumprimentos do Presidente do CNJ, Ministro Luiz Fux Créditos: Divulgação/CNJ

A Juíza do 1° Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Porto Alegre, Madgéli Frantz Machado recebeu o primeiro lugar no prêmio CNJ Viviane Vieira do Amaral, na categoria Magistrados, com o projeto Borboleta. O prêmio do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é concedido em seis categorias: tribunais, magistrados, atores do Sistema de Justiça Criminal, organizações não-governamentais, mídia e produção acadêmica. Os trabalhos foram analisados pela Comissão Avaliadora do Prêmio, integrada por conselheiros, conselheiras e membros do CNJ. O Presidente do CNJ, Ministro Luiz Fux conduziu a solenidade de premiação. O prêmio abrange projetos em todo o país que estejam contribuindo para o combate a violência de gênero.


Os casos de violência doméstica aumentaram significativamente durante o período de isolamento social, na pandemia.


A Juíza Madgéli Frantz Machado é natural de Dom Pedrito e celebrou a premiação como reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Projeto Borboleta, implementado há mais de 10 anos nos Juizados de Violência Doméstica em Porto Alegre. “O Projeto Borboleta tem como objetivo desenvolver ações concretas para prevenir e combater a violência contra a mulher. Quero dividir este prêmio com todos aqueles que, por acreditarem em um mundo melhor, contribuem (ou já contribuíram) para que as ações aconteçam: Tribunal de Justiça do RS, Corregedoria-Geral da Justiça, Coordenadoria Estadual da Violência Doméstica, colegas, servidores, estagiários, colaboradores, sistema de justiça e rede local”, disse a Juíza Madgéli.


Por fim, homenageou a Psicóloga Coordenadora do Projeto Borboleta: “E, de uma forma especial, agradecer a parceria inestimável da servidora Ivete Machado Vargas, que aceitou o desafio e, de forma sensível e qualificada, atua na coordenação técnica do Projeto. A participação e o incentivo de todos têm sido fundamentais para que o Projeto aconteça, se fortaleça, se reinvente, e possa transformar a vida de tantas pessoas que acolhemos e reeducamos, exatamente como a proposição do nome: BORBOLETA = transformação. Um sonho sonhado sozinho é só um sonho. Um sonho sonhado junto, é realidade" . Gratidão!”, celebrou a magistrada.


As iniciativas foram avaliadas a partir de critérios como qualidade, relevância, alcance social, replicabilidade, resultados, criatividade e inovação na prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres. O Prêmio Viviane do Amaral objetiva destacar as melhores práticas de combate à violência contra mulheres, como também, dar ênfase a projetos e ações de prevenção e enfrentamento a agressão, maus-tratos e crimes de feminicídio. A solenidade de entrega dos prêmios da primeira edição ocorreu no dia 14. A premiação pode ser assistida através do canal do CNJ, no Youtube.




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