Biometria no INSS terá novas exigências e CIN será obrigatória
Governo cria calendário para cadastro biométrico e prevê mudanças para beneficiários que ainda não possuem a nova identidade
O Governo Federal está implantando um sistema de identificação biométrica no INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) para beneficiários de programas sociais e previdenciários. A medida busca reforçar a segurança dos cadastros e dificultar fraudes, registros duplicados e pagamentos indevidos.
A implantação será gradual e prevê períodos de adaptação para quem já recebe benefícios. Com a biometria do INSS, o governo poderá confirmar se a pessoa que solicita ou recebe determinado benefício é realmente a titular.
Apesar da nova exigência, beneficiários que ainda não possuem a biometria não terão os pagamentos suspensos automaticamente apenas por essa razão. A mudança seguirá um cronograma definido pelo governo.
CIN será a única base biométrica aceita
A partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN (Carteira de Identidade Nacional) passará a ser a única base biométrica aceita para a concessão, manutenção e renovação dos benefícios.
Até lá, haverá um período de transição. Até o fim de 2026, a biometria poderá ser verificada para quem já possui a CIN e também por meio de documentos como a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), o título de eleitor e o passaporte.
A partir de 1º de janeiro de 2027, quem ainda não tiver a CIN poderá utilizar uma biometria vinculada à CNH, ao título de eleitor ou ao passaporte, desde que o cadastro tenha sido realizado até 31 de dezembro de 2026.

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